Dançar, dançar e dançar, como se não houvesse amanhã. Por um momento, achei que essa seria mais uma noite frustrada, mas acabou tudo correndo conforme o planejado (bom, mais ou menos). E eu cheguei 6 e meia da manhã em casa, com os pés latejando, e a calça frouxa dos quilos que perdi... Se continuar nesse rítmo, na quinta-feira vou tá só pele e osso. Pelo menos me sinto aliviado por não ter enfrentado mais uma caminhada épica do Conic até aqui, tava tão tarde (ou cedo) que já tinha ônibus pra voltar. Por sinal, o ônibus que peguei tava encharcado pelo orvalho.
Bom, eu gosto dessa sensação de exaustão. Me deixa com certa paz, como se não houvesse mais nada que pudesse ser feito, trabalho cumprido, sei lá. De qualquer forma, continuo na minha saga pra saciar essa onda de energia acumulada.
Só que olhando em retrospecto, hoje foi um dia bem abaixo do esperado. Por algum motivo não me sinto completo, nem melhor que antes. Eu me sinto errado. Eu me sinto só.
segunda-feira, 19 de fevereiro de 2007
destroy me, invisible movement
Postado por
vaziø
às
06:56
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Um comentário:
Excessos de energia... Taí algo que eu não entendo.
Bom, pelo menos alguma calma tinha que vir nesse pacote de estoicismo esquisito, rs...
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